Se você ainda não embarcou na tensão, nas cores vibrantes e nos jogos mortais de Round 6, saiba que está perdendo uma das séries mais impactantes dos últimos tempos.
Lançada originalmente como Squid Game na Coreia do Sul, a série explodiu em popularidade em todo o planeta, batendo recordes de audiência na Netflix e gerando debates intensos sobre desigualdade, ganância e sobrevivência. E o melhor: ela já tem três temporadas recheadas de reviravoltas, novos jogos e muita crítica social. Pronto pra entrar nessa? ⏺️🔼⏹️
Os 5 motivos para você não perder a série Round 6:
Mas vamos logo para os 5 motivos pelos quais essa série está imperdível! ⚠️ pode conter alguns poucos spoilers..
1. Uma história que vai muito além do entretenimento
Na primeira temporada, conhecemos Seong Gi-hun, um homem endividado que aceita participar de um jogo misterioso em busca de um prêmio milionário. O problema? Cada etapa é baseada em brincadeiras infantis, mas com consequências fatais. O que começa como um simples jogo de “Batatinha Frita 1, 2, 3” rapidamente se transforma em uma luta brutal pela vida.
A partir da segunda temporada, o jogo vira de vez: Gi-hun decide enfrentar os bastidores da organização por trás da competição, e a trama mergulha num universo ainda mais sombrio e estratégico. Já na terceira temporada, o embate entre jogador e criadores atinge o ápice. Gi-hun passa de participante a desafiante direto do sistema. A história cresce junto com o protagonista.

Banner de divulgação da terceira temporada de Round 6. Esses são os principais personagens da segunda e terceira temporadas. Créditos da imagem: Netflix Brasil.
2. Personagens intensos e transformadores
Gi-hun, interpretado por Lee Jung-jae, é o coração da trama. Mas a série também nos apresenta uma galeria de personagens inesquecíveis: Sae-byeok, a desertora norte-coreana e últimas participantes da primeira temporada, Sang-woo, o ambíguo amigo de infância; Il-nam, o velho de olhar misterioso e número 001 da primeira temprada; e o Front Man, cuja identidade e motivações vão ganhando mais camadas a cada temporada.
Nas continuações, vemos o retorno de personagens chave e a chegada de novos nomes que enriquecem a trama. O destaque vai para os dramas pessoais que cada um carrega, fazendo com que cada eliminação tenha peso emocional. A empatia é inevitável.
Não podemos deixar de lembrar dos personagens Myung-gi (o jogador 333), Hyun-ju (transsexual, extremamente gentil e meu personagem favorito – jogador 120), Geum-ja e seu filho Yong-sik e por fim a Jun-hee (jogadora 222).
3. Estética surreal e escolhas visuais impactantes
Se tem algo que Round 6 sabe fazer, é chocar com beleza. A mistura entre o lúdico e o macabro está presente em cada jogo, desde as escadas coloridas ao estilo infantil até os ambientes gigantescos com formas geométricas. Os uniformes rosa dos guardas e o verde dos jogadores viraram tendência no mundo todo.
E a famosa boneca do jogo de “Batatinha Frita”? Sim, ela existe de verdade e virou atração em museus na Coreia. Mas a série também inova em outros elementos visuais, como o bebê digital da terceira temporada, que levantou dúvidas sobre sua realidade. A criança foi criada por computação gráfica para gerar desconforto, e funcionou perfeitamente.
Na terceira temporada, o robô Cheol-su, companheiro masculina da boneca que aparece na primeira temporada, se torna o novo terror dos participantes, mostrando como a produção se reinventa visualmente sem perder o impacto.

4. Crítica social cada vez mais afiada
Squid Game (Round 6) não é apenas um jogo cruel. É uma metáfora potente sobre o mundo em que vivemos. A primeira temporada expõe a desigualdade econômica e o desespero humano. A segunda mergulha na corrupção sistêmica e nas engrenagens que mantêm os poderosos no topo.
Na terceira, vemos o questionamento à própria ideia de revolução. Até onde vale a pena lutar contra o sistema? Gi-hun se vê dividido entre a vingança e a reconstrução, e o espectador é convidado a refletir sobre suas próprias escolhas. É entretenimento com densidade, do tipo que gruda na mente.
5. Um universo expandido que não para de crescer
Após o sucesso da primeira temporada, a Netflix apostou pesado em Squid Game. Veio a segunda, depois a terceira temporada, e junto vieram spin-offs, um reality show chamado Squid Game: The Challenge, jogos de celular e eventos temáticos em cidades como Nova York, Londres, Seul e até aqui no Brasil também!
Em junho de 2025, a terceira temporada foi lançada com direito a desfile de 38 mil fãs na Coreia. Um encerramento digno de um fenômeno global. E embora a série principal tenha chegado ao fim, o universo de Squid Game está longe de desaparecer.
Curiosidades para contar pros amigos sobre Round 6!
Por que o nome mudou?
O nome original é Squid Game, uma brincadeira tradicional entre crianças coreanas. No Brasil, a Netflix optou por Round 6, talvez buscando uma nomenclatura mais neutra e com tom de suspense. Ainda assim, o nome coreano está presente nos cenários e na temática da terceira temporada. Outra hipótese que pode ter feito a Netflix mudar o nome da série aqui no Brasil, é que ela estreou próximo das eleições presidenciais, e como um dos candidatos (Lula) estava na disputa, o streaming não quis atrelar a produção às eleições.
Bebê de Round 6 é digital?
Sim! A criança que aparece em cenas importantes da terceira temporada foi feita digitalmente. A ideia era provocar estranhamento e reforçar a atmosfera quase distópica da série. Foi estranho? Foi.. E era pra ser mesmo.

Recordes impressionantes
A primeira temporada bateu 142 milhões de visualizações. A segunda e a terceira seguiram no topo das paradas em dezenas de países, mantendo a hegemonia da série como uma das mais vistas da história da Netflix.
Hwang Dong-hyuk: o criador paciente
O criador da série teve o roteiro engavetado por mais de uma década. Ninguém queria apostar numa série violenta, cheia de crítica social. Mas ele acreditou. E hoje colhe os frutos de um trabalho que mudou a história da televisão.
Fim ou recomeço?
A terceira temporada encerra a jornada de Gi-hun, mas deixa possibilidades em aberto para o universo de Round 6. O sucesso da franquia garante que não vamos nos despedir tão cedo desse mundo bizarro, colorido e brutal.
Bora assistir?
Se você gosta de séries que misturam suspense, visual criativo, personagens bem construídos e crítica social com doses generosas de adrenalina, Round 6 é sua escolha perfeita. Prepare a pipoca, escolha seu número e entre nesse jogo. Mas cuidado: a cada rodada, as apostas só aumentam e o perigo cresce! 😬.. Bom divertimento e reflexões!
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Gisella é Bióloga, formada pela Universidade de São Paulo (USP) e Tecnóloga Oftálmica, formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Ama artes, música e diversão! Escrever tem sido sua paz atual, onde encontra tranquilidade para a mente! Gosta de compartilhar conexões com assuntos que domina e que está aprendendo a dominar! ❤️